HERE I AM: Kelly Rowland experimenta variedade e polêmica pela primeira vez!

Kelly Rowland sempre foi a segunda quando se tratava da formação do grupo Destiny’s Child, mas agora, ela está melhor, e pronta para mudar de posição.  O álbum “Here I Am” foi lançado à poucos dias, e talvez não venda tão bem quanto deveria, mas ainda assim, algumas notas altas de críticos devem satisfazer a cantora. Entretanto, para nós, se não fosse a falta de originalidade, Kelly já estaria acima de tudo e todos!

(NOTA 85,5)

HERE I AM

Kelly Rowland criou toda uma polêmica até a liberação do disco, as quais envolviam adiamentos, produções e controvérsias. Por esses motivos, o álbum ficou mais de 1 ano nas gavetas da Universal Motown, aguardando o que mais tarde não passara de mudanças criativas que o projeto havia sofrido. E todo esse tempo só contribuiu para o perfeccionismo que Kelly afirma estar presente no álbum.

“Here I Am” tem um leque admiravelmente amplo de gêneros e artistas, abrangendo canções up-tempo, eletrônicas, pops, hip-hop, urban e as típicas R&B combinadas com temas ousados como sexo, intimidade feminina e relacionamentos. Em comparação aos outros singles, as faixas de tal disco estão melhores produzidas e com arranjos mais genéricos, fugindo da onda eletro/pop da atualidade. Nada extravagante, mas sim, de qualidade. “Here I Am” soa como a melhor alternativa R&B, o que realmente somente com muito empenho seria possível. Em uma simples comparação, Kelly Rowland conseguiu ser mais agradável que Michelle e mais sucedida que Beyoncé, que sempre foi a número 1.

Perfeitamente equilibrado com baladas, hits dançantes, ritmos variados e elementos novos, “Here I Am” pode ser checado com trabalhos que unem o talento de Mariah Carey e Janet Jackson, com uma dose de vulgaridade de Ciara. Combinação mais que exclusiva! O disco começa com “I’m Dat Chick”. A primeira faixa é basicamente irrelevante, sem muita originalidade, entretanto, o ritmo contagiante e  o rap à la M.I.A. trazem um prazer instantâneo. É uma boa faixa e abre o disco com exatamente a proposta do mesmo: “Estou aqui para isso”.

“Work It Man” com o rapper Lil’ Playy é um pouco entediante, mas longe de ruim. Talvez, a pior, mais longa, menos momerável e descartável do disco. Rimas repetitivas, vocal agudo demais, contudo,  itens fatais para abrir um disco.  Logo após as faixas iniciais, “Motivation” e “Lay It On Me”, ambas com participações de rappers, são colocadas á prova do público. “Motivation” é atraente, vulgar, apelativa e não deve ser deixada de lado, pois é uma jogada de marketing perfeita, que inclusive alavancou Kelly ao topo dos charts do gênero. A intimidade sexual é totalmente escancarada, o que se torna atrativo, e inclusive em “Lay It On Me” o tema ainda não havia sido deixado de lado.  O produtor da faixa, Hit-Boy, deve ter usado “Right There” como referência, pois tanto letra quanto ritmo lembra o hit de Nicole Scherzinger, que infelizmente não tem mérito nenhum, pois é uma cópia de “What’s My Name?” de Rihanna. Realmente, um circuito frechado.

“Turn It Up” se torna a melhor faixa do disco por três motivos: tema aceitável, instrumental energético e vocal sem exageros e envolvente, perfeitamente aproveitados.  O que leva uma gravadora inteira à desconsiderar um hit em potencial como esse, é realmente uma coisa indiscutível. Talvez, algum dia, possamos escutar essa maravilha de música nas rádios. Deixando a parte urban do disco, chegamos à belíssimas baladas com temas profundos e estranhamente sensuais. O poder dos vocais de “Keep It Between Us” lembra Keri Hilson, mas é a legítima Kelly Rowland nos graves somente alcançados por ela. Metáfora engraçada, mas é real o fato de Kelly estar com a ‘corda toda’. “All Of The Night” aborda uma sonoridade já conhecida pelos amantes do hip-hop, o que realmente significa autenticidade e objetividade por parte da produção.

Mas como Kelly declarou ‘Aqui estou’, o eletrônico – ritmo que havia feito milagre com seu nome com o hit “When Loves Takes Over” – volta á tona com as produções dos melhores do ramo. “Commander” não ficou de fora da tracklist final e foi uma dos melhores hits eletrônicos do ano passado. Já “Down For Whatever” tem o refrão explosivo típico das produções atuais de RedOne e a semelhança com “On The Floor” é vergonhosamente visível. Porém, somente o fato da faixa ser uma ótima mistura do R&B/Pop/Eletro já faz dela uma ótima pedida para festas, baladas e onde mais a caber!

TRACKLIST:

01. “I’m Dat Chick” (Produced by Tricky Stewart)
02. “Work It Man” feat. Lil Playy (Produced by Darkchild)
03. “Motivation” feat. Lil Wayne (Produced by Jim Jonsin, Rico Love)
04. “Lay It on Me” feat. Big Sean (Produced by Hit-Boy)
05. “Feelin’ Me Right Now” (Produced by Rico Love, Earl & E)
06. “Turn It Up” (Produced by Darkchild)
07. “All of the Night” feat. Rico Love (Produced by The Runners, Rico Love)
08. “Keep It Between Us” (Produced by c4)
09. “Commander” (Produced by David Guetta, Sandy Vee)
10. “Down for Whatever” (Produced by RedOne, Jimmy Joker)

  1. Ao meu ver, HERE I AM é bom, porém peca em falta de músicas (10 faixas deixaram um quero mais), divulgação (poderia ter vendido umas 100 mil cópias ou mais), escolha de singles e divulgação de tais ( *Commander deveria ter chegado ao HOT 100 com divulgação), lançou muitos singles que não entraram no trabalho final. * Lay It On Me, foi uma péssima escolha como segundo single oficial, sem contar cm commander. Na minha opinião deveria ter sido na seguinte ordem os singles:

    *Commander
    *Motivation
    *Down For Whatever
    *Feeling Me Right Now
    *I’m Dat Chick
    *Lay It On Me

    -Keep It Between us é entediante, não merecia ser single. Se divulgasse ela conseguiria facilmente entrar no top 50 da hot 100 com pelo menos 3 dessas músicas que citei.

    Resumindo: Falta ainda boa escolha de singles, divulgação, maior track-list (já tinha vazado mesmo) e lançamentos em outros países. (No Brasil, por exemplo, bem fácil vender umas 10 mil cópias, que já seria muito pelas vendagens brasileiras). Espero um disco mais bem elaborado nesse ano, pois ela já está trabalhando no quarto álbum.

    ESSA É MINHA OPINIÃO, TODO MUNDO TEM O DIREITO DE ACHAR O QUE QUISER

  2. o novo álbum de Kelly é realmente muito bom, mas realmente n devemos mentir falando que ela e melhor cantora que a diva Beyoncé , pois bee é perfeita em tudo que faz e Kelly é apenas mais uma cantora que esta mostrando seu máximo, que já é bastante limitado!!!!
    E pra que fala que Beyoncé canta sobre sexo vai ouvir o álbum 4 para vcs verem o que é uma cantora de verdade!!!!

  3. o problema com as poucas vendas da kelly é culpa exclusiva seja de quem faz a sivulgação do album. rihanna canta sobre sexo, beyonce tambem! por que todos querem montar na kelly por causa disso. para mim são um bando de imbecis. PS ela é tao boa quanto muitas de sucesso!

  4. Eu amei o novo álbum… Mas realmente acho que a divulgação da Ms. Kelly, deixa a desejar. Ela tem tudo o que uma cantora precisa ter é tão boa quanto Janet, Mariah e Beyoncé. Amo Kelly Rowland, ela é Rock.. E esse álbum… há esse álbum.. é incrível!!

  5. O álbum é muito gostosinho, mas a sensação que fiquei foi de “´só isso?”. Analisando os gêneros, ela atirou para todos os lados, e algumas composições deixaram a desejar. Esperei ver Rose Colored Glasses, Forever and A Day e Grow Woman na tracklist. Espero que estejam na versão que ela vai lançar agora n fim do ano

    • Aah, Realmente, as letras estão meio vulgares ou apelativas, mas em todo álbum R&B encontraremos esse tipo de problema. Até em álbuns de Mariah Carey ou Beyoncé.

      Concordo que Kelly talvez usou muitos gêneros, mas não passa de uma básica variação. Se você escutar o “Unbroken”, por exemplo, escutará um R&B clássico e depois algumas faixas com base eletrônica. Bom, entretanto, concorda com nós que é um bom álbum, certo?!

  6. eu tenho ouvido e adorado todas as musicas do novo album, mas infelizmente nao tenho o cd ainda pois nao foi lancado aqui no brasil. de fato tem umas batidas repetitivas e tal, mas muito boas no geral.

  7. Mas como Kelly declarou ‘Aqui estou’, o eletrônico – ritmo que havia feito milagre com seu nome com o hit “When Loves Takes Over” – volta á tona com as produções dos melhores do ramo. “Commander” não ficou de fora da tracklist final e foi uma dos melhores hits eletrônicos do ano passado. Já “Down For Whatever” tem o refrão explosivo típico das produções atuais de RedOne e a semelhança com “On The Floor” é vergonhosamente visível. Porém, somente o fato da faixa ser uma ótima mistura do R&B/Pop/Eletro já faz dela uma ótima pedida para festas, baladas e onde mais a caber!

    Adorei. A pura verdade! Tem várias cópias – se é que podem ser chamadas assim – que estão descaradas. Mas essa última, lembra e muito On The Floor, de fato. Bela análise

    • Olá. Bom, não consideramos ‘cópias’, mas confesso que achamos muita coincidencia entre certas músicas.. mas claro, longe de plágio, talvez meras influências.

  8. mmmmmmt bom

    um dos melhores do ano.

  9. Camila Herbert

    ÁLBUM perfeito! Batidas, letras, temas maravilhosos. Que orgulho da Kelly *-* Ela está mais interessante que a própria Beyonce, como falaram ai no texto

  10. QUERIA QUE ROSE COLORED GLASSES, GROWN WOMAN, FOREVER AND A DAY, E AQUELA QUE VAZOU “SHAKE THEM HATERS OFF, OU SÓ HATERS” estvissem sdo incluídas no álbum :/

  11. kelly esmagando a beyoncé com seu salto de cristal agulha 22cm kkkkkkkk amo/

  1. Pingback: ÁLBUM: Kelly Rowland lança novo disco e nossa análise já está pronta! « Fewoffs NOW 2

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