ESPECIAL: Os 15 melhores álbuns de 2011

Milhares de álbuns foram lançados em 2011, entre eles marcas do retorno de grandes ícones e surgimento de alguns que poderão ser grandes. Um ano repleto de gêneros, misturas e criatividade, que deixou nossa festa ainda mais animada! Nesse novo especial, abrimos espaço para as músicas divertidas e irreverentes, mas não deixamos a importância de baladas em um disco verdadeiramente completo.

Nossa lista dos melhores álbuns do ano tem 15 colocações, todos avaliados sobre alguns critérios incluindo originalidade, influência, importância, vendas e equilíbrio musical. Não deixamos de lado a popularidade, já que entre milhares de discos POP lançados, selecionamos os que mais se destacaram durante o ano. Então, confira abaixo o ranking: (Clique na capa para ler a análise) 

#1BORN THIS WAY / Lady GaGa
Com certeza, “Born This Way” é apenas mais uma jogada esperta de Lady GaGa para se tornar a maior no ramo POP. O álbum mais aguardado do ano simplesmente dividiu opiniões, mas foi discutivelmente um sucesso de público e crítica. GaGa soube impor suas inspirações de Michael Jackson e Madonna, e o som majestoso é completado com o toque competitivo de Lady GaGa. O álbum vai das animadas e provocantes “Born This Way” e “Judas” até as ousadas e épicas “You And I” e “The Queen”. ’Ousadia’ é a marca do álbum, e com ótimo equilíbrio musical, repertório enriquecido e vocais bem masterizados, sem dúvidas o melhor álbum do ano.

#24 / Beyoncé
Poderosa o suficiente para poder fazer qualquer lançamento ao seu gosto, Beyoncé não se importou ao distribuir um disco sem hits em potencial (como “Crazy In Love”,”Baby Boy”, “Single Ladies” ou “If I Were A Boy”) como estava acostumada antes. “4”, que inicialmente foi rejeitado pelo público, se mostrou elegante, poderoso e inovador, almejando reconhecimento mundial de forma simplista, articulada e fácil. O álbum se tornou uma das maiores obras POP dos últimos tempos, mesmo não sendo o disco mais completo de Beyoncé. O ritmo sutil, os vocais versáteis, elementos atualizados e misteriosos, sem dúvidas, um disco nobre digno de vários Grammys Awards.

#321 / Adele
Acompanhada por piano clássico e bateria, Adele provou que soul pode ainda ser sucesso mundial, sem preconceito. “Rolling In The Deep”, a estranha canção que embalou o ano 2011 com records e certificações surpreendentes, é um dos maiores êxitos femininos dos últimos anos. Além do lead single, vimos brotar do fabuloso álbum “21”, as monstruosas faixas com potencial de quebrar recordes: “Rumor Has It”, “Someone Like You” e “Set Fire To The Rain”, todas com seu toque charmoso, especial e único, soando totalmente original em tempos de eletropop. Adele, em pouco menos de um ano, se tornou uma das maiores divas soul do mundo e conquistou uma legião de fãs, graças à maravilhosa obra prima, “21”.

04MY LIFE II … THE JOURNEY CONTINUES (ACT I) / Mary J. Blige
Lançando a continuação do álbum “My Life” após 17 anos, Mary J. Blige fez uma verdadeira viajem no tempo para restaurar os elementos fundamentais que a levou ao sucesso em 1994. Sem mais, “My Life II” é um verdadeiro álbum R&B com pouquíssimas variações de ritmos que deixaram o trabalho de Mary ainda mais fiel ao seu estilo musical. “Next Nevel” e “Ain’t Nobody” esquentam o clima com sensualidade e provocações, enquanto “Mr. Wrong” e “Need Someone” marcam presença como belíssimas baladas orgânicas. Mary J. Blige, que continua com os vocais fortes e arrebatadores, conseguiu refirmar sua posição novamente no patamar mais alto do cenário urban com uma imagem perfeitamente equilibrada e marcante entre o soul, R&B e POP.

05CEREMONIALS / Florence + The Machine
Florence + The Machine já lançou dois discos de inéditas, fato vitorioso para uma banda de art rock iniciante, até então, desconhecida. Florence canta rock, e sua banda toca indie rock melancólico, e a mistura primordial disso é o baroque pop. Os singles “Shake It Out” e “What The Water Gave Me” beiram a melancolia, mas a verdade é que “Ceremonials” é para um público mais adulto, com melodias e arranjos arcaicos e simples, muito diferente da onda eletrônica que anda dominando os charts. Academicamente dizendo, “Ceremonials” é uma potencia entre os discos atuais, pois soa como um refúgio para os mais ‘esclarecidos’, musicalmente rotulados.

06STRONGER / Kelly Clarkson
“Mr. Know It All” foi timidamente lançada no mercado e pouco se sabia sobre o álbum “Stronger”. Mas, como o nome por trás disso é Kelly Clarkson, não haviam dúvidas que um álbum estrondoso estava por vir. “Stronger” é, basicamente, uma obra prima, daquelas de emocionar e orgulhar qualquer um. Desde “Dark Side”, “Honestly”, “Stronger” a “Let Me Down”, notamos uma vulnerabilidade descarada nas letras profundamente tocantes, além de um vocal sinistramente potente, surpreedendo quem pensou que Clarkson já não era tão boa. O grande diferencial de Kelly, é ser pop rock e diva sem esforços, adjetivos bastante complexos quando juntos.

07CINDERELLA’S EYES / Nicola Roberts
Nicola Roberts, ex-Girls Aloud, surgiu nos charts com o batidão “Beat Of My Brum”, a qual lhe rendeu popularidade e fama extantanea. Mas com o lançamento de seu primeiro álbum solo, constatamos que a ruiva dos finos e líricos vocais é também uma compositora e produtora em potencial. Não temos dúvidas que baladas como “Yo-Yo” e “Sticks & Stones” são de valor extremo neste álbum, incluindo total equilíbrio musical. Aliado aos hits “Gladiator” e “Lucky Day”, o disco “Cinderella’s Eyes” se tornou uma referência de POP contemporâneo com uma pitada de afrobeat. Inclusive, temos até uma ousada base japonesa em “I”, que preenche a sexta colocação da tracklist. Para uma iniciante, nada mal.

08UNBROKEN / Demi Lovato
É visível que “Unbroken” é grandioso, variando entre doce e descontraído (como “Teenage Dream”), mas também entre o sexy, obscuro e profundo (assim como “Stripped”). Esse último define melhor “Unbroken”, que é formado por muito R&B, POP, hip-hop e rap! Demi é como Christina Aguilera, definitivamente, que consegue se inovar sem se perder. Não só talentosa para criar melodias fantásticas, Demi tem um vocal fabuloso, forte e emocionante que fez a diferença total em tal disco. Essencialmente, as faixas “Lightweight”, “Fix A Heart”, “Give Your Heart a Break” e “Skyscraper” foram um circuito emocional arrasador, ainda contando com “All Night Long” (mistura R&B/rock), que anima qualquer um de uma forma contagiante.

09GOODBYE LULLABY / Avril Lavigne
Definitivamente, “Goodbye Lullaby” parecer estar além de um simples álbum com hits chicletes. Com certeza ‘qualidade’ foi o adjetivo mais objetivado por Avril Lavigne nessa fantástica obra. Entretanto, o disco vendeu mais que lendas do POP, e além de engraçado, é importante notar que “Goodbye Lullaby” sempre nadou contra a maré eletrônica atual. Avril Lavigne caprichou nas faixas animadas do álbum (“Smile” e “What The Hell”), soando dócil e rebelde, mesmo depois de 9 anos depois de “Let Go”. Além do mais, “Wish You Were Here”, “I Love You”, “4 Real” e “Stop Standing Here” são baladas verdadeiramente profundas e sentimentais que dizem respeito aos sentimentos do coração, que somente uma cantora ousada teria coragem de lançar em um mercado tão desvalorizado.

10 – HERE I AM / Kelly Rowland
“Here I Am” tem um leque admiravelmente amplo de gêneros e artistas, abrangendo canções up-tempo, eletrônicas, pops, hip-hop, urban e as típicas R&B combinadas com temas ousados como sexo, intimidade feminina e relacionamentos. Em comparação aos outros singles, as faixas de tal disco estão melhores produzidas e com arranjos mais genéricos, fugindo da onda eletro/pop da atualidade. Nada extravagante, mas sim, de qualidade. “Here I Am” soa como a melhor alternativa R&B, o que realmente somente com muito empenho seria possível. Perfeitamente equilibrado, tal álbum pode ser checado com trabalhos que unem o talento de Mariah Carey e Janet Jackson, com uma dose de vulgaridade de Rihanna.

11 – KILLER LOVE / Nicole Scherzinger
“Killer Love”, lançado durante a guerra declarada entre Britney Spears e Lady GaGa, apresentou mais do que POP chiclete e uma interprete sexy – apresentou Nicole Scherzinger, a artista que não “conhecíamos”. Considerado por muitos como um verdadeiro disco POP moderno, “Killer Love” reuniu a versatilidade de Nicole, a criatividade de Tricky Stewart e RedOne e a renda da Universal Music para um único fim: transformar Nicole em uma artista internacional. “Poison”, single explosivo produzido por RedOne, foi o carro-chefe na Europa e “Right There” nas Américas, enquanto “Don’t Hold Your Breath” foi o segundo mundialmente, todos com ótimo desempenho comercial.

12 – LOVE? / Jennifer Lopez
Certeza que os efeitos de voz usados por Jennifer Lopez em “LOVE?” deixaram a qualidade das canções à desejar, mas, entretanto, sabemos que Jennifer é uma excelente cantora e no palco, além de detonar na dança, canta perfeitamente tudo o que lança. Mesmo com algumas faixas fracas e pouco qualificadas como “Good Hit” e “Run The World”, vimos “On The Floor” e “Papi” (singles poderosos e gigantes) dominarem as paradas musicais. Todas com seu jeito único, as faixas do “LOVE?” formam um álbum popular atrativo para o ramo, tendo baladas, hits de boates, arranjos e criatividade como chave-mestre. Elementos de diferentes culturas fizeram parte do processo criativo do disco, entre eles, a famosa lambada brasileira “Chorando Se Foi”.

13FEMME FATALE / Britney Spears
Sem se afastar do gênero POP que lhe consagrou em 2003, Britney Spears lançou em 2011 um disco para jovens e adolescentes, o “Femme Fatale”. Em geral, todas as faixas apresentam elementos enjoativos e repetitivos como o uso exagerado do autotune e dos dupsteps, mas contudo não podemos negar que Britney continua sendo aquela mesma hitmaker de antes! A começar pelos singles “Till The World Ends” e “I Wanna Go”, que fizeram com que Britney voltasse novamente ao topo das paradas. Extraído desse disco, ainda teve o lançamento da balada “Criminal”, faixa bastante trabalhada com um instrumental rico em batidas pesadas sintetizadas e light rock.

14MYLO XYLOTO / Coldplay
De título curioso e criatividade duvidosa, o novo som criado por Coldplay ultrapassa as barreiras do continente americano. Para o dueto com Rihanna, uma inspiração japonesas marca presença com timidez, e para as demais faixas, alguns elementos rock e urban estão espalhados por todo o “Mylo Xyloto”. Totalmente modernas, de batidas fechadas, algumas músicas do disco como “Paradise”, “Every Teardrop Is a Waterfall” e “Princess of China” são ótimas alternativas para um dia de chuva, ou até quem sabe uma festa para amigos. É certo que a aventura de Coldplay não terminou com “Viva La Vida”, pois a banda está se atualizando com o som do momento de uma forma deliciosa.

15STICKS + STONES / Cher Lloyd
Perfeitamente aproveitada por RedOne, Toby Gad e Shellback, Cher Lloyd foi sexy, ousada, rebelde e talentosa logo de início. “Sticks + Stones” tem o tempero que todo artista tem que ter, conciliando POP, urban, hip-hop a baladas da melhor maneira possível. Cher criou uma zona de conforto no rap, e é inegável que esse talento tenha sido perfeitamente bem empregado em faixas como “Grow Up”, “SuperHero” e “Dub On The Track”, todas com seu potencial, valor e elementos excepcionais. Não há dúvidas que Cher Lloyd será grande, pois com esta prova viva de talento, sua carreira pode subir às alturas.

  1. Ameeeei Oh Album Born This Way…… Princinpalmente Os Singles… Scheisse, Bloody Mary, Government Hooker, Electric Chapel & The Queen……

  2. Adorei sua analíse de Stronger, definitivamente esse é o melhor albúm da Kelly desde de Breakaway, talvez de carreira, por que gosto mais desse, é mais maduro da parte dela. Incrível como ela consegue demonstrar essas marcas, essa vulnerabilidade, mas mesmo assim se afirmar durante as canções, ela dá a densidade vocal necessária as canções mais sérias, assim como deixa transparecer diversão nas mais “pop”. Ela conseguiu revisitar sua carreira e trazer seu melhor nesse albúm, soa como se ele fosse um acumulado de tudo o que ela passou nesses 10 anos. Ela se mostra mais segura, com uma voz mais próxima do que vemos no palco e realmente pode ser considerada a rainha do pop rock e diva. Ela é uma grande inspiração pra mim e só parece melhorar a cada passo, sem deixar isso subir a cabela dela!!!

  3. Mariane Novais

    Não gosto de saber que álbuns que ficam no mieo do caminho da amadurecimento como “Unbroken” e “Goodbye Lulluby” sejam considerados melhores do ano. Não é para tanto. Além do mais “Love?” e “Here I Am” são álbuns feiros por artistas que estavam sem sucesso e apelaram para sonoridade pop demais, soa como um pedido de atenção desesperado e cantado. 4, 21, Ceremonils, Born This Way e Femme Fatale realmente são álbuns de nivel, mesmo que o texto do florence e da britney estejam sendo substimados por rotulos e pre conceitos populares. De 5 estrelas eu consideraria * * 1/2.

  4. eduardo pepe

    concordo com o primeiro comentário, feito por dudu.pepepe, Femme Fatale não é repetitivo. Tudo bem, usa o dub-step em três faixas e a voz dela está alterada. Porém dizer que tem elementos enjoativos parece crueldade. Avril e Demi começaram a amadurecer, mas ainda não estão prontas para serem divas. J-lo fez diretinho, pouco mais que isso.
    Adele, Beyoncé e Lady realmentem foram muito boas.

    Tbm acho que deve ter mais espaço para albúns de outros estilos. Estão faltando!
    Um pouco de rock, jazz, indie e soul não faz mal a niguém, uito pelo o ocontrário.

    • mariana andrade

      esse comentário foi feito por mariana andrade. Amiga de eduardo que estava usando o pc dele, maus, esqueci de mudar o nome.

  5. gosto da maioria dos albuns citados, mas queria ressaltar o da kelly rowland. é claro tem musicas repetitivas, mas por lado temos work it man muito boa, feeling me right now, que é um batidao, all of the bight e keep it between us, baladas viciantes, down for whatever bem dancante. e heaven and earth. take a listen

  6. parabéns pela classificação, sem dúvidas, é difícil imaginar álbuns melhores que o born this way, o unbroken, o goodbye lullaby, o stronger, o 21… Os melhores do ano.

  7. killer love nao foi flop?

  8. Acho q BORN THIS WAY merece o #1 por é um álbum mega comercial,
    agora eu prefiro STRONGER e KILLER LOVE
    aliás amei tudo, menos Coldplay e Avril Lavigne, não gosto desses álbuns!

  9. O killer love TAMBÉM É OUTRO PERFEITO

  10. PERFEITO GAGA EM #1.

    MINHA CHER LLOYD ENTROU *—-*

  11. Amei o texto do BTW e 4.
    Realmente, eles são completos, ÓTIMOS!
    A Adele e 21 são meio chatos,

    Adorei toda a lista

  12. eduardo pepe

    Lady Gaga, beyonce, adelem mary j blige e florence arrebetaram! Demi Lovato e Avril ficaram no meio do caminho. Kelly Rowland usou e abusou de uma sonoridade pop desgastante, nao da para dancar nem para chorar com suas musicas. Jennifer tem um album com musicas fracas e outras boas como singles, mas nao para ser uma das melhores do ano. Britney fez o seu melhor album. “Elementos repetitivos e enjoativos” Femme fatale usa um artificio diferente em cada musica. “Till The Words Ends” usa a gritaria autunuzida, Hold it againsme usa as batidas dub-step, que Lady Gaga pegou para Judas, Inside Out tem batidas digitais pulsantes, I Wanna go usa eurodisco e assobios, How I Roll tem batida experimantal, Beautiful adentra o hip hop, Big Fast Bass usa todos os elementos eletronicos possiveis com excelencia, Trouble For Me ultiliza uma voz poderosa, Criminal ultiliza uma flauta digital novissima. Gosto das suas analises, mas os seus equivocos devem ser minimizados. Nao devemos deixar o gosto pessoal intererir, a analise deve ser tecnica. Dizer que usou dub-step demais e um absurdo, essa batida so aparece em uma musica, pode ate estar no DNA do album, mas ultilizado em excesso.

    Falta musicas brasileiras e menos pop.

    Internacionais
    Radiohead
    Paul Simon
    TV On the radio
    Ricki Martyn
    Bjork
    Pj Harvey

    Nacionais
    Mallu magalhaes
    Marcelo Camelo
    Boss In Drama
    Agridoce
    Karina Buhr
    Maria Rita
    Wanessa
    Aline Calixto

    • Obrigado pelo comentário rico.
      Você fez uma rápida análise sobre as músicas do Femme Fatale, e simplesmente detonou! As músicas tem sim, seu valor único e vários instrumentos diferenciados, mas, entretanto, não podemos negar que os vocais de Britney (um ponto super analizado e valorizado em um álbum) esteve fraquíssimo e desqualificado.

      Hold It Agains’t Me foi acusada de plágio e sabemos que o fato é real. Till The World Ends foi criticada por similar Blow, da Ke$ha, e sabemos também que há semelhanças sim! Além do mais, I Wanna Go é super comum, sem nenhum mérito especial. A única novidade do álbum é Criminal, que você mesmo citou. Inside Out é dup-step, Hold It Agains’t Me também e ainda vemos mais do elemento em Trip To Your Heart. Meio repetitivo, correto?

      Mas, como fizemos uma análise crítica técnica, inserimos o álbum pois temos plena conciência da importancia do Femme Fatale na carreira, no mundo e vida da Britney.

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